terça-feira, 26 de julho de 2011

fotografia.

Confesso que acho tão belo todos aqueles que podem dizer que superam grandes dores por pouco tempo. Que conseguem ficar estáveis ao ouvir aquela música com letras amargas que te lembra bons momentos com aquela pessoa amada ou de letra doce, lembrando estações da vida onde você poderia passar uma tarde de outono em brisa, vendo o tempo passar e pensar em quem estima. Penso várias vezes qual a fórmula de tanta força para conseguir passar por cima de atos desumanos e de valor negativo, pejorativo. Peço pra qualquer um e qualquer coisa que eu consiga um dia descobrir o porque que a tristeza mostra-se mais fácil e de melhor vitória por ter que enfrentá-la sozinho.
Tem horas que não dá pra esconder no olhar, eu sou fácil de ler, basta querer. Me olho no espelho e vejo uma imagem ímpar à de todos. Vejo várias linhas luminosas que ficam mais claras ou escuras dependendo do meu humor, dias nem as vejo, por tão negro que estou por dentro. Mesmo tal poder de percepção de tal imagem seja limitado a mim, posso assegurar que sou mais simples de entender do que uma figura. Sou uma fotografia. Basta me olhar artisticamente, basta decifrar um sorriso verdadeiro.
Só acredito que vai ficar tudo bem. Tenho fé em qualquer coisa, crença por quase nada, desconfiança de absolutamente tudo. Sempre tenho um plano B, por mais que eu não consiga colocá-lo em prática. E não vou entender nunca porque é tão difícil achar alguém que me faça feliz e tão fácil encontrar os que me fazem tristes. Porque é tão fácil perder um alguém pra sempre e tão difícil valorizar e dar tempo ao amor. Porque é tão indecifrável o segredo de todos que conseguem não se por no meu lugar, nem ler a fotografia do meu olhar.

sábado, 23 de julho de 2011

poeira.

Não preciso de muito, não sou fã de nada e definitivamente acredito que não sei amar. Também pudera, só quero que quando saia apague a luz da sala, pois esta é forte e me faz mal. Me faz lembrar de que odeio toda esta fome desacerbada pelo sucesso sem conteúdo e pelos holofotes práticos. Penso muito em mim, e posso beijar-os-ombros de orgulho pelos meus maiores erros, que por conta da baixa dose de humildade em meu sangue, mostram-se a mim como objetivos acertos.
Pena é algo que não me pertence, e é meio além da comparação engraçadinha e vazia com as aves. Costumo sentir por aqueles que vejo abaixo dos meus pés e dignidade com indiferença. Não me importo com aqueles que não valem nada ou pouco somam e infelizmente morro por todos aqueles que considero. Consideração é algo que vai embora com qualquer tipo de traição, coisa que não suporto. Aqueles que eu pinto o rosto e aperto as mãos, são meus irmãos e eu não posso cogitar a ideia de traição e perdão, consecutivamente. Mesmo que pense que estes são parte de minha vida e são de amor muito extenso.
Sou homem grande, mas de perfil portátil. Tenho mil e uma utilidades com um humor imutável, cheio de sorrisos e risos espontâneos e de lágrimas sofridas e dramáticas por qualquer plano falhado. Desabo mundos e construo muros de sonhos por poucas coisas. Talvez eu aprenda a querer vencer, ser fã de quem é realmente bom e amar. Assim, consigo apostar que qualquer dia deste o amor da minha vida aparecerá em vestes brancas, me dará um abraço, dizendo que está tudo bem. Não importa tua forma, não importa tua aparência ou tamanho, eu sei que ele virá e saberei reconhecê-lo. Ou talvez ele esteja tão perto (ou longe) e eu ainda não tenha descoberto. Mesmo conseguindo ver vários flashs em minha mente de cenas cotidianas, como chegar em casa molhados depois da chuva fria e uma hora quente de amor com direito até de roupas rasgadas pelo calor da emoção. Penso que um dia ainda me darei bem, pois sou poeira que o vento não levou, sou caminho que só o amor pisou e estou nesta caminhada.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

jar of hearts.

Ah, como seria fácil escrever só um refrão. Inspirado na lenda do pote de corações, que todas as emoções dos apaixonados perdidos estivessem resumidas e respondidas. E como é desejado por mim, pescador que usa rede antiga, sandálias e bermuda mal cortada, que ele englobasse todo o mar existente em nossa volta. Somos feitos de carne, de ossos e de sonhos. Somos feitos de vontade e essência. Nossos planos, nossas vidas, nossos caminhos desenhados ali, num refrãozinho que seria cantado por um perdido marinheiro num canto costeiro de qualquer ilha presente lá pro lado do Caribe, onde tem Sol (o mesmo que queima a minha pele e a doura, dando-me um ar de guerreiro) e chuva de amores o ano inteiro e a areia é branca como o vestido da noiva que espera por mim no altar, na minha profunda 'oníricidade'.
Ah, como seria honroso, escrever poucas linhas. Mas o mar que falo, se enquadraria num refrão só. De três lindos e pequenos versos, que ao chegar nos ouvidos das donzelas, as fizessem seduzidas e que afogasse-as num mar de desejos de um mundo de amor e carinho, ao lado do seu príncipe encantado. De um mar encantado, igual a história da Pequena Sereia, onde peixes coloridos, crustáceos falantes, o bem, o mal e seres místicos estivessem misturados. Onde os beijos e canções impossíveis fossem realidade e acontecessem na velocidade da luz, mas com ar de eternos. Um refrão pequeno de tamanho e grande de conteúdo, que possuísse um mar de lutas, um mar vermelho, um mar que fosse feito de lágrimas de dor, sofrimento, alegria e harmonia.
Ah, seria tão prazeroso. Um refrão que representa um mar de boas vibrações. De bons ventos, de boas navegações e de pequenos navios repletos de piratas bêbados em barris de rum. Um mar de luxúria. De mordidas apaixonadas e beijos ardentes. Do toque dos amantes proibidos, do chegar por trás, da surpresa mais carnal. Dos arranhões esperados, do calor no convés, da dança colada na proa. Um mar de esperanças. Da espera de um cais de porto, de terra firme. De olhos brilhantes e pernas bambas. De sorrisos que tivessem mais luz que o Sol. Que tivesse próximo de garotos de areia que achassem garrafas com mensagens de perseverança. E ah, como eu queria estar navegando em um mar destes, igual ao do meu refrão. Eu só procuraria o meu pote de corações para achar as respostas de um amor tão impossível. Pote este que eu acabaria com toda a angústia e dor que está presente em meu peito, toda a ansiedade por um abraço, todo o desejo por um beijo. Um pote pequeno de tamanho e grande de conteúdo, igual ao meu refrão.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

pretending.

E como dizia aquele velho ditado. Rosto a rosto, coração a coração. Sinto que estamos cada vez mais perto e ao mesmo tempo tão distantes. Perto de alegrias, de sentimento, de tempo que tem passado. Distantes de espaço, de ajuda, de tempo que tem ficado. Não é que eu gosto menos de você ou que nossa relação de amor, confiança e amizade tenha esfriado. É que simplesmente eu não vejo mais o Sol brilhar tão forte como dois anos atrás, e juro, não é culpa minha. Toda vez que me sinto verdadeiramente livre e que saio de um velho paradigma, entro automaticamente em outro círculo, cada vez mais forte de ser quebrado. Me sinto cercado, fraco, sozinho e com frio. Vou entrando em tocas de tantos coelhos e adentrados cada vez mais países não tão maravilhosos como os da Alice. E de vez de ser um sonho lindo e louco, tudo se torna um pesadelo, tão real, tão difícil de acordar.
Não que eu esteja culpando os meus problemas e falhas pela distância invisível que sabemos que existe entre nós, até porque eu sei que se eu tivesse um pouco mais de determinação, estaria tudo tranqüilo. Mas sou fraco, tenho que admitir. Poderia sim, mostrar tudo tão perfeito para você, e dizer (fingir) que está tudo bem. Mas sou só um pobre coração arrasado e jogado ao chão que pede uma mão estendida para levantar. Conto toda a verdade e quero ajuda. Engulo um orgulho que nunca tive e fico de braços abertos esperando um abraço que nunca foi dado. Então só fecho os olhos e me afasto cada vez mais, por não estar bem. Mas mesmo assim me agarro em sentimentos e cordas inexistentes para continuar forte. E acredito sem duvidar em nada que ainda pertencemos um ao outro. E mesmo assim me sinto mal, por não saber tudo constantemente sobre o que passa em teu coração.
E vem tudo rápido, sem perguntar. Dúvidas e perguntas se misturam em um coração manso e um coração apertado. Será que um dia vamos falar tudo o que realmente o que estamos sentindo um? O que sentimos um pelo outro? Derrubar todas as paredes e dificuldades da distância? Será que vou criar coragem e tomar um passo a frente, e parar de fingir? Será que vamos conseguir se sair do fundo, de não estar por baixo? E sobre os finais felizes das histórias de amor? Teremos o nosso final feliz? O abraço de irmãos, o beijo enquanto há chuva, as mãos dadas para aquecer o frio? E as canções do BarlowGirl em acústicos? E os apelidos de morangos e conduítes? E as conversas de botas batidas? Nossos pães de mel, serão degustados juntos? E um trilhão de dúvidas.
E temos fé. Veja você, aonde o nosso barco foi desaguar. E a gente só queria um amor. Deus às vezes parece esquecer. Perdemos o nosso tempo fantasiando. Fazendo de conta de que sou completo e vivo. Imaginando que sou boemm o suficiente sozinho. Mesmo sabendo que não é bem assim. Guardando os segredos com chaves de cristal que se quebram tão facilmente. E cada movimento que fazemos parece que muda algo, atinge alguém de nós. E a gente só queria um lugar seguro, que só nós conhecemos, para estar. E pareço tão confuso quanto este texto.
Mas este é só o começo do fim de nossa vida. Vou deixar chegar o sonho. A realização. Prepara uma avenida, que a gente vai passar. Abra a janela agora, e deixa o Sol que veja. É só lembrar que meu amor é tão maior e que estamos a sós no céu de nossos pensamentos. É só abrir as cortinas pra mim, que não me escondo de ninguém. O amor vai desvendar o nosso lugar. Pois ele estará de bem. Diz, o que é maior que o amor? Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora. Vem, vamos além! Vão dizer que os sonhos são passageiros. Como a vida. E nem vão ver nossa estrela cair.
E sabe aquele abraço que te prometi hoje? Você não perde por esperar.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

taking chances.

Nos últimos tempos e nos que virão, eu tenho só uma certeza: continuarei seguindo o meu caminho pela moça bonita de sorriso acanhado.
Não sei tudo sobre o seu mundo, e nem tento, pois é impossível. Mas foi ela que não me deixou só esta noite, neste mundo. A moça de que eu falo, é aquela que faz promessa para não cortar o cabelo, que me escreve as cartas mais bonitas e que me dá os abraços invisíveis mais fortes. Aquela que gosta de rock alternativo, que sabe fazer origamis fofos, que tem o astral mais cativante do universo e que está na minha mente em todas as horas imagináveis do relógio. O anjo que nunca me deixou sozinho, que eu ouço como se fosse uma oração, que me faz achar que isso não é rápido, mas sim necessário. A moça que me faz confiar todos os meus segredos, que faz eu não ter medo de correr riscos, que faz eu me lançar de cabeça sem nem saber da existência de um chão firme lá embaixo. Aquela que me coloca num veleiro em busca de meu ser mais infinito, que eu conto os milésimos restantes para eu a ver. Aquela que eu choro toda vez que me olho no espelho e me acho feio, que me livra dos sentimentos ruins quando não me acham agradável, que acha meus familiares hipócritas e anula todos os mal ditos feitos. Aquela que não aposta as suas fichas nela por preferir apostá-las em mim, que tem uma irmã que me acha um ótimo namorado, que me dá a mão pra segurar ao inferno enfrentar. A companheira de mãos grandes e brancas, que sente que os pés são cubos de gelos e está num frio externo e interno com ar de intermináveis. A moça que me faz sempre querer começar denovo, que me acolhe em algum lugar debaixo de tua pele, me amarrando em teu corpo e me fazendo sentir o calor mais confortável do mundo. Aquela que firma minhas correntes, joga minhas âncoras nos sonhos mais absurdos, que se mostra como um palco de um grande teatro da Broadway.
Aquela que me conhece profundamente, conhece meu mundo, que fala comigo como bons amantes falam, que anda do meu lado como os melhores amantes andam. Que eu sinto estar aqui todo o tempo. E com ela eu me sinto forte. Assim como o teor de sentimento que tem minhas lágrimas, que caem enquanto eu escrevo esta declaração. JR

domingo, 29 de maio de 2011

i feel pretty/unpretty.

Eu sou brilhante. Sou brilhante como uma estrela. Daquelas que tem uma luz esverdeada que ilumina o coração dos que mais sofrem. Eu me sinto lindo quando estou bem, quando estou com pessoas amadas, quando estou rindo, quando saio do banho e quando chego no ponto de ônibus. Acho-me bonito até quando o dia estar para se pôr, pois sempre acabo tirando um sorriso cansado, porém sincero, de alguém. Isso me faz o mais bonito de todos. Como o rei do baile, o garoto descolado que possuí uma moto no colegial, o bonitão que toca mais de cinco instrumentos. Me sinto interessante quando alguém faz os olhos brilharem perto de mim, quando elogiam minha forma de pensar, quando consigo cantar em italiano. Me sinto tão único e original em frente ao espelho, nos momentos em que penteio meus cabelos, toda vez que coloco minhas roupas prediletas. Eu me sinto brilhante. Queria poder dizer isso com toda certeza quanto parece. Queria chegar em frente ao espelho e, ao ver meu reflexo, falar as palavras acima e realmente acreditar.
Toda vez que ando por aí, me sinto mal. E quando eu passo e olham com deboche, é como se estivessem cravando estacas de prata em mim, absorvendo todas as minhas felicidades e energia, e assim, sem dúvida, acabando com o meu dia. Me sinto bonito até ver vocês. Gostaria mesmo de amarrá-los em minha pele, só pra vocês sentirem o que eu sinto, feio também. Mesmo dizendo que sou bonito vez ou outra, eu simplesmente não levo fé, pois isso não significa nada para vocês. Quando vocês se olham podem dizer que são verdadeiramente bonitos, mas eu... Quem está lá? Vejo cabelos lisos, narizes pequenos, corpos bonitos. Por fora tudo parece bem, mas por dentro está tudo muito escuro. Todas as vezes que acho que estou pelo meio, é porque vocês estão por perto. E me faz me sentir mal, de verdade. É por sua culpa. Já tentei de diferentes maneiras. Sei que todos os dias são bons, mas de repente tudo fica tão pesado, fica difícil respirar. Fico inseguro em minhas dores, sinto-me envergonhado com tudo isso.
Queria poder ouvir as palavras da Aguilera e conseguir digeri-las. E acreditar que sou bonito, e não importa o que os outros acham. Dizer pra mim que palavras e olhares não me importam, e que serei sempre lindo de todas as maneiras. Realmente achar que opiniões não me abalam e convencer vocês todos a pararem de fazer isso. Crer que não importa o que eu faça, não importa o que eu diga, eu sempre serei a canção dentro de uma melodia. E que não importa, mesmo, onde eu for. Pois o Sol sempre brilhará para mim, e eu brilharei com ele. E que um dia, acordarei de um outro lado. O lado de vocês. E quem sabe um dia possa ser algo bem melhor do que teus reflexos.

terça-feira, 12 de abril de 2011

bomba d'água.

Um bom menino sempre escolhe pelo o caminho do coração. Não sou bom, quem me dirá menino. Sou homem, sou ponta de montanha, sou fogos de artifício, sou gota d'água. Não tem lógica quando o amor ultrapassa a razão, sabe? Você se sente tão pequeno, até que na mão do Pequeno Polegar você acaba se encaixando. Você sente vontade de pegar todo este amor por aquela pessoa e explodi-lo, fazendo lindas cores e chamas ao ar, para que todos pudessem admirar. Até quem sabe, segurá-lo, viajá-lo, sentí-lo e soltá-lo da ponta da montanha mais alta,  da colina mais singela, dando assim a ti o aval que tanto sonhou. Poderia juntá-lo, amassá-lo, esquentá-lo,, jurá-lo, colocar tudo em uma nuvem e mandar descer a água do céu, uma corrente de lágrimas verdadeiras, para acabar com qualquer incêndio de sofrimento, de perda, de dor, de maldade, de injustiça.
Queria eu, pobre gota d'água, ser bomba d'água. Ser tempestade, vestir raios, criar trovões, dar gritos que provém do interior de cada alma. Queria eu, gota d'água, fazer mil correntes e enxurradas, pra me livrar de de rancor, de incêndio. E poderiam subir  fumaças, que por mais negras que fossem, não encostariam em minha integridade de tempestade. Tempestade escura, de sentimentos fortes, de força, de superação de dor.
Agora sente-se, meu querido, pois falarei a breve verdade: Estou com medo de estar me entregando demais aos amores e emoções e eu não ter o que realmente o que meu anjo sem asas acha que tenho, e assim, acabaria o amor, a flor, o sonho. Tudo seria diminuído em cinzas inexistentes, por falta de força.
 E meio que eu já estou me entregando, mesmo pequeno. Está muito confuso. Porque eu quero e não quero. Além de não conseguir decidir, eu simplesmente não sei.
Eu não aguento mais uma queda no romance. Eu só sou chuva rala. Eu vou sumir em mais um incêndio. Incêndio forte que dá no coração, pois a cada decepção um fogo que queima de invade, me toma. Vai subir tanta coisa ruim, tanta fumaça. Sou chuva rala, vou voltar à minha nuvem sujo, destruído. Minha identidade acabará e quem vou ser? Poxa. Estarei com tanto peso impregnado, tanto rancor, tanta coisa densa. Quem vai me ver sem lágrimas?
Sou chuva rala. Sou chuva fraca, Sou chuvisco. Mas sou de boa intenção. Sou só água. Um pouquinho só. Sou pouca grandeza, sem muita coragem.
O jeito é se entregar ao amor e esperar que o incêndio seja só uma breve ilusão. Um pesadelo que não vai nem chegar.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

parabéns pra você

Chegou a sua vez, não é 'migs'? Olha pra quem é este post! Não vou redigir um texto muito grande, me perdoe. Tentarei resumir em poucas palavras o que eu tenho pra te dizer. É o seguinte, parabéns por hoje. Não só por que é teu aniversário, é o de menos. Você merece parabéns pelo o que você é e fez hoje. Parabéns por ontem, por ser um alguém tão especial. Parabéns por hoje, por ser tão gentil. Parabéns e cuidado por amanhã, você tem que continuar com este brilho no olhar.
Eu podia te falar de felicidades. Não acho justo. É o dia que você nasceu, começo de ano. Não te desejo feliz ano novo e nem nada assim. Não vale a pena. A gente sabe, tem dias que ficamos mal e tem dias que ficamos bem. Não vai ser uma palavra de um cara que nem sabe escrever tão bem que fará tudo mudar. Quem tem que fazer mudar e desejar felicidades pra você, é você mesmo! Desejo-te mudanças, que de preferência, sejam boas. Um pouco de força também. Meu presente é meu ombro, amigo. Saiba que sempre estarei ao teu lado e você é meu maior presente. Confio em ti e prezo-te muito. Te estimo e admiro. Nunca mude pra pior, melhore sempre pra você. Guarde contigo este seu bom astral e felicidade de sempre.
Amo você assim como todos os meus amigos. Você é inteligente e capaz, acredite em você. Continue a sua estrada de cabeça erguida e com um belo sorriso no rosto. Sorria e sorria! Pegue em minha mão. Acredite que eu estarei aqui. Sou muito grato por você me apoiar em tudo e me aconselhar tão bem. Por você se preocupar comigo tanto... Ah amigo, você é de ouro! Você é incrível! Foi um fato imenso eu ter feito uma amizade contigo. Estarei aqui pra o que der e vier.


Há uma luz no túnel dos desesperados, há um cais de porto pra quem precisa chegar... Uma noite longa, pr'uma vida curta. Mas já não me importa, basta poder te ajudar...


domingo, 2 de janeiro de 2011

s de saudade.

Sinto-me até um pouco envergonhado. E quando eu falo de vergonha, é algo muito drástico e facilmente notável em mim. Eu fico vermelho, as pernas ficam bambas, me arrepio, o corpo todo formiga, dá vontade de sumir. Eu elevo o meu pensamento em coisas boas, mas tudo o que faço não consegue disfarçar a minha grande vergonha. Estou com tanto receio de te pedir desculpas por certas coisas, meu anjo, que nem sei por onde começar.
Talvez eu não tenha nem coragem de te mandar isso, e sinceramente nem sei quando e se mandarei. Acredite, eu até quero. Certas coisas não podem deixar de ser ditas, entende? Sentirei-me-ei tão mal que você nem imagina. Mais mal ainda. Ah claro, acho que devo deixar exposto o fato de que quanto eu não faço muita coisa e ela vai desmoronando na minha frente, eu fico desesperado. Eu imagino nossa situação como um grande castelo de areia.
Já fomos mais reis de nosso mundo, como nunca. Como a terra do nunca. Eu, o seu Peter Pan e você a minha Tinker Bell. Já fomos mais mágicos, mais felizes, mais viciados e drogados um no outro. Já sonhamos mais, já nos abraçamos demais, já conversamos mais, já nos falamos mais. Ligávamos, mandávamos mais mensagens, nos víamos demais. Era uma sina, um cotidiano. Nos falarmos todo dia era como respirar, indispensável, involuntário. Era importante. Mais do que agora. Eu não sei bem o que tem ocorrido, mas eu prometo a ti mudar. Sinto tanta vergonha.
Eu ainda acredito em nós, acredito no amor que nos circula. Acredito em poucas coisas. Me desacreditando tanto... Nada é tão cheio de confete. Só eu e você. Sabe? Quando você joga vários papeis coloridos ao ar, eles vão diminuindo, por que alguns caem no chão. Sinto que todas as minhas pequenas folhas coloridas tem caído ao chão, mas estou disposto a pegar todas elas e jogá-las no ar até eu me cansar. É uma promessa.
Não sei como e do que realmente me desculpar, mas estou tão arrependido por não ser mais sua razão que você nem sabe. Mas Junne, olha, saiba que quando você disser venha, eu irei de peito e coração aberto. Eu sou o seu anjo da guarda. Eu amo você muito. Não sei explicar e nem sei direito o que estou digitando, mas tenta sentir.

domingo, 19 de dezembro de 2010

doce tristeza.

Cada dia que vejo passar, eu chego a uma conclusão um pouco irreal aos olhos de muitos. Vendo as formas de como as pessoas tem se comportado, agido, vivido perto ou longe de mim e como estas atitudes tem vindo como pesos para mim, aprendi que a tristeza, acima de todos os seus defeitos e conseqüências pode ser um sentimento tão nobre e doce quanto a alegria e a felicidade. A tristeza é um sentimento elegante e elitista do seu começo até o seu fim. E acredito, pra ser sincero, que não é qualquer um que é capaz de tê-la como sua eterna companheira.
A tristeza é forte, é sóbria e sombria. Consegue te fazer sentir todas as sensações existentes - da pior para a melhor. A tristeza é educada, beija-te de olhos fechados e calmamente te leva a loucura. Ela é uma amiga ideal se tiveres o poder de aceitá-la, ela pode não pagar tuas contas, porém, te dá a fibra pra continuar sobrevivendo. Ela consegue abrir teus olhos para a realidade, e tem os melhores abraços. Ela é responsável por te deixar limpo de mágoas, por meio de lágrimas que brotam de tão profundos olhos de verdade.
A tristeza é egoísta demais para querer que algum sentimento seja tão amado -ou odiado, quanto ela. Para se ficar feliz precisam de dois, para estar triste, basta um. E que a verdade seja dita, a tristeza e a felicidade são boas irmãs e muito são muito próximas, depois da tristeza, vem a felicidade, depois da felicidade, vem a tristeza. É quase um pacto, e basta você aceitar. A tristeza mostra a verdade, a realidade, o surrealismo. Canta, dança e brinca com você até não querer mais. Se farta após a chegada de algo maior que ela. A tristeza respeita e exige o seu respeito. Sabe a hora de partir e nunca dá adeus, sabe que mais cedo ou mais tarde poderá voltar. Como os cabelos, cada vez que os corta, eles voltam e ficam mais fortes, grossos e resistentes. A tristeza vem maior, com mais apetrechos, basta você usá-los com sabedoria.
Fica indignada cada vez que não é usada como se tem que ser (parte esta que não posso revelar) e te coloca em problemas. Ri. Como todo bom personagem, ri. Ri sem peso na consciência. Quando vê-se como algo ruim, acha divertido. Brigas, sofrimento e dor, como um combo da felicidade pra ela. Nove foras, zero. Pra ela é como um jogo. Um jogo onde ela é dona de todos os passos, todas as artimanhas. E acredite, o fato de só jogar pra ganhar não se torna cansativo pra ela. É inteligente, pelo menos no meu ponto de vista.
Acredite, sendo modesto, eu sou um grande aliado da doce tristeza, sei até como brincar com sentimentos alheios com ela. Sei fazer o mal. Aprendi a não precisar de um coração. Aprendi que mesmo sangrando você pode ter uma coroa e orgulhar-se. Ser firme, ser forte. Sou todo feito de vidro. Acredite que mesmo com o risco de destruição pós a primeira pedra a ser jogada, eu consigo sobreviver sorrindo. Faço pose, aceno, digo que estou completamente bem. Aprendi a ser cínico, a ser permeável, a ser invisível. Aprendi a sorrir, a fingir amar, a mentir ao chorar. Aprendi a dizer ''eu não preciso''. Isto tudo por precisão de ser feliz. Aprendi a lidar com a Rainha e ser seu súdito mais fiel. Toda esta falsa força por uma coisa só, minha alma. Como se tivesse muito valor.
Não sei bem o que é uma traição por nunca ter traído, mas se assemelha a próxima revelação. Eu sei combater a tristeza. Como se eu soubesse o remédio, a cura, o anti. Temo as consequências ao revelá-lo, mas acho que não ter alma e ter como melhor amiga algo tão devastador e mal, é bem maior do que possa vir. Sorria verdadeiramente. Leia. Ame o próximo. Amasse. Jure. Prometa. Cumpra. Saia. Assista. Veja. Pule. Dance. Festeje. Chore. Grite. Acalme-se. Cante. Encante. Fale. Pense. Reflita. Nade. Durma. Acorde. Emocione-se. Emocione. Fuja. Esconda todos os rastros de tristeza e simplesmente sorria! Sorria e quem sabe amanhã você descobrirá o verdadeiro sentido da vida, verá o Sol brilhando cada vez mais forte. Sorria mesmo se o seu coração esteja doendo, mesmo se estiver quebrado. Continue! Ame! Viva!
Acredite. Tudo é melhor que a tristeza e nada tem mais valor que sua alma e bem estar. Não aconselho-a. Você vai descobrir que SUA vida ainda vale a pena, se você simplesmente sorrir.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

desabafo de número um.

I.
Olha, eu não acho justo estas coisas e você poder e não fazer. Se você pode, é provável e plausível que você saiba. Ou seja, se você não se move é por que é um derrotado covarde que se contenta com o que tem. Sim, eu sou destes. A sua chance de mudar está aqui, pairando. Se você não agarra-a com força de vontade o suficiente, ela simplesmente vai embora. Pelo menos você tenta agarra-la. Eu já não tenho esta coragem.
Juro que poderia dar certo. É uma chance. Me sinto um palhaço, como meu primo de 5 anos me rotula por eu dar risada por tudo, numa leve tentativa de mascarar todas as fraturas e cicatrizes que trago comigo. Juro que sou esforçado em diversos pontos que eu gostaria que fossem ressaltados por pessoas que tem um grande valor pra mim. Não adianta. Eu sei que sonhos que são sonhos permanecem oníricos até você desistir deles, assim, passam de esperança pra realidade. Sinto-me como uma calça velha que já foi lavada tantas e tantas vezes que já perdeu toda sua cor natural e viva. Todo o seu brilho e beleza se foi na água. Água dos olhos, da alma. Estou desbotado. Cansei de tratar como preferência quem me trata como opção.

II.
Olho pra cima e não vejo nada. Nem sei que horas são, figuramente falando. Estou sem Sol, sem Lua, sem porra nenhuma nesta vida, Quando acho que está tudo na linha e que meu castelo de areia está digno pra eu viver um dia de príncipe e magia, vem uma onda e o derruba. Cansei de brincar de menininho sem talento que não é bom pra ninguém. Alguém pode me dizer qual será a minha vez? Aonde pega a ficha? Não quero esperar mais, quero tudo pra mim. Agora é minha vez e eu vou acertar e ganhar milhões de coisas que eu quiser. É a vez do mais fraco. O último, naturalmente vira o primeiro, como diz o ditado. Mesmo crendo que nem em colocação alguma estou, continuo desejando a minha vez de virar estrela como uma criança que espera o Papai Noel descer de uma chaminé, trazendo o seu maior presente. Penso que nada vale estar no topo se você sangra por dentro involuntariamente.
Viso a cura, viso a loucura, viso o que tiver para mim. Sendo bom ou ruim. Contanto que me leve ao fim, eu vou continuar a seguir.

III.
Ser falso é um dom. As lágrimas que hoje saem terão gosto de algodão doce e refrigerante!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

sonhos quebrados. ( trabalho de português sobre crônicas)

É tão simples como é tão rápido. É onírico, é afável e confortável. Você tem um sonho, e está determinado a segui-los em qualquer circunstancia. Sabes que é errado, que nem todo sonho é realidade e que se continuar sonhanco, quando acordar, a queda será maior. Nada importa, é teu sonho e ninguém pode mexer. Não adianta ouvir muita coisa sobre os sonhadores arrependidos, você os achará fracos e que no mínimo não se esforçaram o bastante para que seus sonhos fossem as suas respectivas realidades.

Já fui um sonhador. Eu botava a minha mão no fogo pensando que se eu me esforçasse um pouco eu conseguiria alcançar o meu objetivo, que era estudar em uma escola de qualidade, com colegas de classe digníssimos e de excelência, com professores justos e dispostos a ensinar por que gostam de fazer isso, algo além do financeiro. O sonho veio a tona e eu descobri da mais comum forma que nem tudo é como sonhamos, o ‘’buraco’’ com toda certeza é mais embaixo. Assim como todo sonhador, desacreditava que seria diferente e que eu conseguiria me livrar dos problemas sem me desgastar muito. Eu acreditava acima de tudo em mim.Meu potencial, minha força, minhas escolhas. Eu tinha um brilho nos olhos de um navegante que estava em busca de um novo continente. Inútil.

O sonho se tornou fato. De pequeno príncipe eu fui a rei, de rei eu me tornei escravo, e, de escravo eu me tornei o que sou. Eu consegui pegar a verdade nas minhas mãos e vê que o sonho era como uma porção de água. Se derramou entre meus dedos e hoje não consigo me recordar nem como era a sensação de ser um bom sonhador. A água que restou em minha mão, bebi, tentando não morrer de sede. Vejo a realidade como o Sol, mas que você tem obrigação de ver. A luz do Sol é muito forte, o que nos impede de vê-la com facilidade. Dói e machuca o coração, assim como a canção diz sobre a saudade. Em sua mente, uma mistura de sentimentos e sensações. A raiva se junta com o arrependimento, com o tempo perdido, com os fatos. Você acaba de descobrir que o seu mundo de sonhos foi incendiado pela realidade.

O sentimento de desistência cresce em seu peito. Você começa a pensar em algumas decisões não tão fáceis que, poderão ter graves conseqüências mais adiante. Começa em pensar em algumas escolhas arriscadas e incertas, que você teme em apostar e criar mais um sonho em cima.Você está traumatizado. Algumas escolhas são facilmente confundidas com desistências e vice-versa. Eu, particularmente, não gosto do verbo desistir, acho que sempre soa como covardia ou preguiça. Não que eu seja o símbolo da coragem ou da disposição, até porque eu já cansei de desistir de sonhos e futuras realizações por puro medo de fracassar e um orgulho que não me leva a nada. Mas, convenhamos, que a desistência é sinônimo de renúncia, coisa fraca demais para estudantes cheios de esperanças como nós, acostumados a extrair o menos ruim de qualquer situação.

Não consigo crer em ônus mais pesado do que bônus, mesmo convivendo todo dia com pessoas desmotivadas que já não tem brilhos nos olhos e corações de nobres navegantes. Quando começo a acreditar nisso, acho bom parar para analisar o que está ocorrendo, cuidar de ouvir o coração e os sinais da vida. Se deixar passar tempo demais, é bem capaz que a coluna arqueie e o corpo adoeça, sem dó nem piedade. Um ano de sofrimento passa em cima de você sem dó e muito menos piedade, sem pedir licença. Somos brasileiros e como reza a lenda, devemos nunca desistir. Certo?

Pode ser que tudo dê certo. O universo vai valorizar todo o seu esforço, suas lágrimas derramadas por aquela atividade pontuada que você tanto estudou e não se saiu bem, pelas aulas a tarde, pelas noites mal dormidas, pelo o distanciamento das amizades, da frieza que se formou em teu laço familiar. Tudo vai estar bem no final e você estará pronto pra uma nova jornada em busca do conhecimento, agora munida com a realidade do teu lado. Conhecerá bem o caminho e saberá quando terá um redemoinho a tua frente. Mas, pode ser que mesmo com tanto esforço, nada dê certo. Você vai pairar mais uma vez no início de um ano, para ver as mesmas coisas que tanto te fizeram sofrer e chorar. O sentimento de desistência vai ressurgir e você terá que combatê-lo com unhas e dentes. Nossa maior fraqueza é a desistência. Terá que acreditar que o caminho mais certeiro para o sucesso é sempre tentar apenas uma vez mais.

domingo, 24 de outubro de 2010

ráh. fa waka.

Amo você, sempre. Minha mente diz sim, meu coração diz não. Antes, me falavam muito sobre o amor ser o sentimento mais puro que existe. Eu preferia não acreditar, ora por falta de conhecimento sobre a vida, ora por não saber o que fazer. O fato era que coisas que tem muita luz, que tem muita força, acabam nos forçando os olhos, é preferível não ver. Tentar fechar os olhos e pensar em outra coisa, tentar ignorar. Esvaziando a minha alma por questões pequenas, que tão fáceis eram transformadas em grandes espetáculos trágicos apenas para inibir um sentimento que grita em meu peito e tão machucado se encontra. É difícil, não gosto do 'impossível'.
Gosto muito dos desafios. Brincar com o poder, o ser, o ir, o voltar. Brincar com algo que não se brinca. Seres humanos tem sentimentos, que nem eu. Sou um grande idiota. Um idiota brincalhão que não sabe respeitar os limites de sua ética e do que sente. Desafios estão aí para sempre cumpridos por quem quer cumprí-los. Desocupação. É pura loucura, é uma fuga da realidade. Realidade esta, que está entrelaçada com a sina de ser um mortal, um ser humano, acima de tudo. Como você se descreve. Descrever-me-ia de certa forma que me deixou tão apaixonado e fraco. Querer fugir de algo que é mais forte que você é burrice. Eu não sou burro.
Acredito no destino. Sabe? Creio que Deus sabe exatamente quais os números aparecerão a cada rolar dos dados. Então, tentar desobedecer algo que já está escrito certo em linhas tortas (risos) é tolice. Sabe? As vezes o caminho que temos pela frente pode parecer muito duro, tem suas dificuldades. Andamos descalços em trilhas de sonhos. Trilhas de pedras, trilhas verdes, repletas de flores e de espinho. Basta a você aguentar. É um desafio. Você estará totalmente livre para desistir e voltar a um quarto escuro onde tudo não sairá do apesar, do 'se eu tentasse mais'. Afogaria-se assim em um mar de arrependimento, olha quanta nobreza, não? Levaria toda a culpa. Prefiro continuar, hoje eu sei.
Peço-te desculpas. Atualmente eu tenho sido muito hipócrita na minha relação com você. Não consigo ser feliz um segundo sem saber que na hora que podermos, seremos felizes, mesmo em uma conversa de simples amigos. O fato é que eu fiz muita coisa errada e queria desistir de um caminho tão lindo por erros meus. Por pedras e espinhos cravados no chão por mim. Estes que eu fiz e faço questão de dançar sobre e sorrir, só para fingir que estou muito bem. Por dentro dói. Dói te ver com outra pessoa, ser feliz mesmo sem mim. Não aceito este gosto ruim na boca quieto. De leve ventania quando só nós dois, vou a um furacão quando outro grande ator entra no nosso espetáculo. Sou egoísta, sou egocêntrico e estou disposto a fazer o que for preciso pra te ter. E se não for assim? Só me resta te esperar. Deitarei-me em qualquer rede de tempo e trançarei um sonho. O tempo passa. Me perdoe por ser um grande problema. Me aguente por quanto tempo for. Eu te esperarei. É isso o que o meu coração quer. Não venero a verdade por me fazer sofrer, alio-me com o destino por ele me anestesiar e junto-me a falsidade e escuridão por ser parte de mim. Preciso me sentir completo.